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terça-feira, 10 de maio de 2011

Usando uma das combis do governo, fruto de um furto minutos antes,quatro homens discutem um roubo.
O nome do motorisa é Arthur Silva ex policial de São Paulo,57 anos, assim que o parceiro dele sair com o malote arthur vai abrir o jornal enao tirar o olhos ate o cara voltar, Lucas Pereira,segurança, 1metro e 80 ,100quilos , 52anos faz a coleta nas quartas e sextas,as 8:12 ganha 20 reais  por dia,usam uma pistola 9 mm, não se esqueçam se aparecer um helicoptero ou a rota agente ta ferrado,se virem uma patrulha preparem o carro atirem no moteor e siguem, ninguem prescisa se machucar. agor se os guardas resistirem,se eles quiserem morrer por 20 reais por dia problema é deles,vamos...
estacionaram a combe á frente do banco para evitar que fossem visto por pessoas de fora,
quando Lucas , o guarda sai do carro forte para o banco com o malote. quadro homens sairam da combe com fuzis ak-47 com luvar todos de preto com e com mascara de caveira.
empuram o gurada ,jogaram todos os computadores no chao,e mandam todos dentro do recinto,deitarem e jogarem seu celulares á frente,colocaram um lacre na porta.
Um dos homens armados a frente das vitimas no chao diz apontando a arma
-Gerente se lavanta por favor.
Um homem de de cabelos grizalhos se levanta e o mesmo homem diz
- Você não, ela é a gerente, ta tentando bancar o heroi ?
-Que horas o cofre abre ?
-As 9:00
-Mentira! ele abre as 8:15.Oha esse dinheiro não é seu intendeu ? nunca mais minta pra mim .
-Ta
esperaram  1minuto contado no relogio . ate a hora do cofre poder ser aberto.
-Abre vai !
Ela com medo era a senha 2 vezes seguida.
o assaltante pega a mao da gerente
-Calma,respire fundo
entao o cofre abre e os 4 homens pegam todo o dinheiro do banco
Pegam as fitas das cameras de segurança e vão ate a cozinha onde as colocam dentro de um micro-ondas
derramam alvejante no chao para nao ser possivel  tirar amostras de dna.
entao vendaram a gerente e a levaram até a combi
-Relaxa voce vai ficar bem
pararam e deixaram a mulher em um lugar
-Caminhe até sentir a  agua em seus pé
enquanto a vitima pensa que vai cair em algum prescipissio ela continua a andar com muito medo
então ela sente a agua do ma em teus pés
e tudo acaba bem, como o planejado

domingo, 10 de outubro de 2010

Passeio Noturno parte 1 - Rubem Fonseca


Carro aprende com dono para evitar acidentes

Cheguei em casa carregando a pasta cheia de papéis, relatórios, estudos, pesquisas, propostas,

Cheguei em casa carregando a pasta cheia de papéis, relatórios, estudos, pesquisas, propostas, contratos. Minha mulher, jogando paciência na cama, um copo de uísque na mesa de cabeceira, disse, sem tirar os olhos das cartas, “você está com um ar cansado”. Os sons da casa: minha filha no quarto dela, treinando impostação de voz, a música quadrifônica do quarto do meu filho. “Você não vai largar essa mala?”, perguntou minha mulher, “tira essa roupa, bebe um uisquinho, você precisa aprender a relaxar”.



Fui para a biblioteca, o lugar da casa onde gostava de ficar isolado e como sempre não fiz nada. Abri o volume de pesquisas sobre a mesa, não via as letras e números, eu esperava apenas. “Você não pára de trabalhar, aposto que os teus sócios não trabalham nem a metade e ganham a mesma coisa”, entrou a minha mulher na sala com o copo na mão, “já posso mandar servir o jantar?”.



A copeira servia à francesa, meus filhos tinham crescido, eu e a minha mulher estávamos gordos. “É aquele vinho que você gosta”, ela estalou a língua com prazer. Meu filho me pediu dinheiro quando estávamos no cafezinho, minha filha me pediu dinheiro na hora do licor. Minha mulher nada pediu, nós tínhamos conta bancária conjunta.



“Vamos dar uma volta de carro?”, convidei. Eu sabia que ela não ia, era hora da novela. “Não sei que graça você acha em passear de carro todas as noites, também aquele carro custou uma fortuna, tem que ser usado, eu que cada vez me apego menos aos bens materiais”, minha mulher respondeu.



Os carros dos meninos bloqueavam a porta da garagem, impedindo que eu tirasse o meu. Tirei os carros dos dois, botei na rua, tirei o meu, coloquei os dois carros novamente na garagem, fechei a porta, essas manobras todas me deixaram levemente irritado, mas ao ver os pára-choques salientes do meu carro, o reforço especial duplo de aço cromado, senti o coração bater apressado de euforia. Enfiei a chave na ignição, era um motor poderoso que gerava a sua força em silêncio, escondido no capô aerodinâmico. Saí, como sempre sem saber para onde ir, tinha que ser uma rua deserta, nesta cidade que tem muito mais gente do que moscas. Na Avenida Brasil, ali não podia ser, muito movimento. Cheguei numa rua mal iluminada, cheia de árvores escuras, o lugar ideal. Homem ou mulher? Realmente não fazia grande diferença, mas não aparecia ninguém em condições, comecei a ficar tenso, isso sempre acontecia, eu até gostava, o alívio era maior. Então vi a mulher, podia ser ela, ainda que mulher fosse menos emocionante, por ser mais fácil. Ela caminhava apressadamente, carregando um embrulho de papel ordinário, coisas de padaria ou de quitanda, estava lá de saia e blusa, andava depressa, havia árvores na calçada de vinte em vinte metros, um interessante problema a exigir uma grande dose de perícia. Apaguei as luzes do carro e acelerei. Ela só percebeu que eu ia para cima dela quando ouviu o som da borracha dos pneus batendo no meio-fio. Peguei a mulher acima dos joelhos, bem no meio das duas pernas, um pouco mais sobre a esquerda, um golpe perfeito, ouvi o barulho do impacto partindo os dois ossões, dei uma guinada rápida para a esquerda, passei como um foguete rente a uma das árvores e deslizei com os pneus cantando, de volta para o asfalto. Motor bom, o meu, ia de zero a cem quilômetros em nove segundos. Ainda deu para ver que o corpo todo desengonçado da mulher havia ido parar, colorido de sangue, em cima de um muro, desses baixinhos de casa de subúrbio.



Examinei o carro na garagem. Corri orgulhosamente a mão de leve pelos pára-lamas, os pára-choques sem marca. Poucas pessoas, no mundo inteiro, igualavam a minha habilidade no uso daquelas máquinas.


família estava vendo televisão. “Deu sua voltinha, agora está mais calmo?”, perguntou minha mulher, deitada no sofá, olhando fixamente o vídeo. “Vou dormir, boa noite para todos”, respondi, “amanhã vou ter um dia terrível na companhia”.

sábado, 26 de junho de 2010

Voltando a origem

Muitas pessoas tem um certo preconceito com aquelas pessoas com alguma deficiências mentais e dependentes químicos,lembro que ate a abril de 2010 eu também freqüentava um CAPS(centro de ajuda psico social), e presenciava pessoas psicoticas,bipolares,dependentes.. e afins.
Muitos deles,quando não estavam em surtos,nas terapias de grupo que fazíamos comentavam das lembranças que tinham, pareciam "pessoas normais" e muitas pessoas os olhavam com desdem,como se ele ,ou melhor nós, fôssemos vitimas. Era uma coisa que me deixava muito triste.
Essa semana eu e o povo da ETE (escola tecnica estadual) fomos ate o CAPS para uma entrevista com uma das enfermeiras por causa de um trabalho.
Eessa entrevista, me passou pela cabeça os vários momentos que passei la.
Mas aprofundei mais ainda meus conhecimentos fiquei feliz com o resultado da pesquisa.
o povo viu que nos somos como eles quebrando com o paradigmas. Que pacientes estão ali justamente para se integrar novamente em uma sociedade que eles "foram expulssos".
que pacientes terminais, as vezes tem vergonha de assumir e dizer... ai eu sou um bipolar, ai eu vejo coisas ai, eu era viciado em crack justamente pelo preconceito, que muitas vezes amigos ao invés de ajudar e apoiar, acabam se afastando.
isso me deixava muito deprimido mesmo

domingo, 2 de agosto de 2009

Prepara um sepo pra mim cortar sua cabeça ?