
Ela: Voce me ama ?
Ele: Sim!
Ele: Eu te amo.
Ela: Por que sussurrou no meu ouvido?
Ele: Por que você é meu mundo.


Ela: Espere um minuto, já volto. Mas pode me contar enquanto eu não estou aqui como está indo.
O celular dela toca, ela atende...
Ela: Alô ?
Ele: É o jeito como você “cora” quando está nervosa, é como você ri sem piedade. É o jeito que você me faz sentir. É como você me faz rir, quando me faz parar de chorar. Como você me diverte como ninguém; na primeira vez que te vi dormindo eu percebi tudo: eu fui construído para você, e você foi moldada para mim. Eu te amo.
Ela: Quando você disse que estava apaixonado era como se uma faca entrasse bem fundo no meu peito, achei que era outra garota.
Ele: Eu jamais me apaixonaria por alguém que não fosse você.
Ela: Eu te amo.
Ele: Eu sempre te amei

Ontem uma bola de beisebol


Os seus olhos encontraram os meus, enquanto ela caminhava pelo corredor olhando apreensivamente para dentro dos canis. Imediatamente, senti sua necessidade e sabia que tinha de ajudá-la. Abanei minha cauda, não tão entusiasticamente para não assustá-la.
Quando ela parou em frente ao meu canil, tampei sua visão para que não visse o que eu tinha feito, no canto de trás. Não queria que ela soubesse que ninguém ainda havia me levado para um passeio lá fora. Às vêzes, os funcionários do abrigo estão muito ocupados e não gostaria que ela pensasse mal deles.
Enquanto ela lia as informações a meu respeito, no cartão pendurado na porta do canil, eu desejava que ela não sentisse pena de mim, por causa do meu passado. Só tenho o futuro pela frente e quero fazer diferença na vida de alguém. Ela se ajoelhou e mandou beijinhos para mim. Encostei meus ombros e minha cabeça na grade, para confortá-la. As pontas de seus dedos acariciaram meu pescoço; ela estava ansiosa por compania. Uma lágrima escorreu pelo seu rosto e, então, elevei uma de minhas patas para assegurá-la de que tudo estaria bem.
Logo, a porta de meu canil se abriu e o seu sorriso era tão brilhante que, imediatamente, pulei em seus braços. Prometi mante-la em segurança. Prometi estar sempre ao seu lado. Prometi fazer todo o possível, para ver aquele sorriso radiante e o brilho em seus olhos.
Tive muita sorte dela ter vindo até o meu corredor. Há ainda tantas pessoas por aí, que nunca caminharam pelos corredores... Tantas para serem salvas... Pelo menos, pude salvar uma.
Hoje, resgatei um ser humano...



Kate girou nos calcanhares para olhá-lo, sobressaltada. O desconhecido era muito alto, parado ali, na obscuridade do crepúsculo.- Ela ergueu a lanterna para ver-lhe o rosto. O homem devia estar por volta dos trinta e cinco anos e embora não fosse tão lindo quanto Kevin Costner, seu astro de cinema favorito, possuía aparência sem dúvida impressionante. Claro, com aquele cabelo escuro, caindo em caracóis ao redor da cabeça, não tinha a mínima semelhança com o loiro Costner, mas mesmo assim Kate admitiu que poucas vezes vira um rosto masculino mais bonito. Os olhos castanhos eram grandes, o nariz curto e reto, e a boca cheia, sensual, ensaiava um sorriso.
Kate baixou a lanterna lentamente, examinando-o. Era musculoso. A calça cinzenta apertava-se nas pernas grossas e a blusa branca, meio aberta, revelava o peito largo. Vestia-se com simplicidade. Contudo tinha uma inegável que uma aura de prosperidade, poder e autoconfiança o cercava.
Por que não parou, quando me viu? — ela perguntou bruscamente, entre aliviada e tensa.
Foi apenas uma retirada estratégica — ele respondeu em tom divertido. -- Achei melhor abrigar o carro ao lado
De um rochedo que ofereceria alguma proteção, no caso de
outro abalo. Essas coisas são totalmente imprevisíveis. Quando
Parece que tudo acabou, a terra torna a tremer. Kate arrepiou-se, só de pensar.
Eu sei — concordou com voz trêmula.
Esta com frio e assustada — ele adivinhou. - Vamos pegar suas coisas. Se tivermos sorte, chegaremos à vila mais próxima Se não tivermos, e tudo balançar de novo, meu carro oferecera um abrigo mais confortável que o seu.
Nada poderia ser mais verdadeiro, Kate constatou admirada,
Quando chegaram ao ponto onde ele deixara o carro sob um saliente rochedo. O homem abriu a porta do passageiro, revelando um interior tão luxuoso que ela ficou
muda, olhando. Os bancos eram de couro legítimo marrom e um celular fora largado no de trás, juntamente com uma pasta escura de cantoneiras e fecho dourados e uma mala de viagem. Kate ficou encabulada quando ele juntou sua mochila surrada e a velha bolsa das câmeras aos seus elegantes pertences
Agora, entre - ele convidou, parecendo alegre. – Pode por lanterna no porta-luvas. Antes de partimos cuidarei desse corte que tem na testa.
-Corte?
- Na linha do cabelo. Não percebeu?
- Não - ela respondeu totalmente incapaz de dizer mais que
monossílabas.
Os dedos longos eram firmes e delicados quando ele começou o curativo. Tirara uma maleta de primeiros-socorros de algum lugar e Kate recuou ao sentir a dor do anti-séptico.
-Só vai doer um pouquinho — ele garantiu, limpando o
ferimento.
Depois, aplicou um pouco de pomada no corte desinfetado e protegeu-o com um curativo adesivo.
Kate acomodou-se no assento com um suspiro satisfeito. Era bom sentir-se protegida, deixar que alguém cuidasse dela. O desconhecido possuía calma admirável e transmitia impressão de grande competência. Ela- nem ficou surpresa, quando ele estendeu o braço para o banco de trás e fez aparecer uma elegante garrafa térmica branca. Com movimentos precisos, encheu uma xícara com café e entregou-a a Kate. Ela experimentou o líquido
-Obrigada — ela agradeceu. -- O senhor é realmente
uma pessoa surpreendente, sr....
-Philip Andronikos. A senhorita é...
- Katherine Walsh. Mas todos me chamam de Kate.
- Kate? — Ele pareceu experimentar a palavra, fazendo uma careta de desagrado.-Um apelido muito feio para uma
jovem tão linda. Vou chamá-la de Katarina.
Kate passou a mão pela massa de cabelo castanho avermelhado, todo despenteado, e riu baixinho.
para ler o começo clique na marcação "kate♥"
continuaa....
